Brasil e as relações internacionais no pós-pandemia

Como o Brasil estará frente ao demais países do globo no pós-pandemia, a fim de garantir a manutenção das relações internacionais no campo do turismo, cooperação cientifica e comércio exterior? Não temos a resposta porque gerir uma nação e suas relações internacionais não são como uma receita de bolo. A missão exige credibilidade interna, confiança internacional e uma economia minimamente equilibrada.

Neste momento da história quem dirige a nação não possui na minha opinião os requisitos necessários. O Presidente tem atraído olhares negativos ao Brasil não gerando a confiança necessária para aplicação de novos recursos em nosso mercado, devendo assim fortalecer o mercado interno, que também não recebe atenção necessária. Todo o esforço anteriormente despendido em avanços na área da ciência e acordos internacionais parecem não valer de nada frente aos desejos pessoais do Presidente da Republica em contrariar a ciência. Até Donald Trump, apontado como seu parceiro de primeira hora, impôs medidas de isolar os viajantes brasileiros ou que tenham passado pelo Brasil para entrar no EUA.

Isso confirma que o Chefe de nossa nação não tem encarado de frente o enfrentamento ao Covid-19, em alguns momentos até fazendo piada da situação. Ele pode parecer "engraçado" ou "mito" para parte da população neste momento, mas poderá nos custar muito caro no momento seguinte. Além das vidas ceifadas, podemos perder nosso regime democrático, gerarmos um agravamento nas condições de trabalho trazendo ainda mais precariedade nas relações comerciais internas o que tornará nossa população ainda mais pobre.

Precisamos urgentemente que o Presidente respeite a ciência e forneça as condições necessárias para a manutenção das micro e pequenas empresas. Realizando a manutenção do emprego e renda as famílias, uma solicitação de empréstimo não poder ser tão burocrática e repleta de exigências neste momento para garantir o minimo aos empreendedores.

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